segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O Porto pode ganhar, mas os portistas não gostam.

Ora bem, portista que é portista não gosta da equipa a jogar como nos últimos 80 minutos do jogo com o Rio Ave.

E eu não gostei! Fui ao estádio, rapar um frio impressionante (venda o HULK para fecharem o estádio) e ver uma exibição FRACA.

A equipa do Porto está manca, temo que os resultados tenham vindo a disfarçar uma falta de qualidade em alguns sectores, principalmente defesa e baliza. Vamos ao jogo.

O Porto entrou bem na partida e logo cedo deu a impressão de se querer desculpar aos adeptos... uma jogada brilhante, concluída por Varela de cabeça à matador. Pensou o público, o Rio Ave tem uma equipa fraquinha, portanto isto vai dar para tirar a barriga de miséria... Mas não, o motor encravou... Sereno e Moutinho eram os jogadores que mais se esforçavam... Moutinho não conseguia aguentar o meio-campo sozinho, Micael e Fernando estão de rastos e não jogam nada. Sereno não tem pé esquerdo e nas incursões pela lateral esquerda notava-se.

O Rio Ave ainda assustou, falha de Sapunaru e dos centrais e a bola sobra para João Tomás que nao consegue aproveitar... sorte.

Não me canso de repetir, o Porto precisa de 2 centrais bons e não tem. O Helton continua a fazer das suas, arrisca mais do que deve com a bola nos pés, um dia o público nao lhe perdoa.

O Porto continuou a arrastar-se e a desperdiçar contra-ataques... falhava sempre qualquer coisa, Varela tenta cavar um penalti, o Hulk também, só Mariano (o velhote) é que acha que as coisas se resolvem a rematar à baliza, falhou por pouco.

Não sei quanto tempo mais o Villas-Boas se vai andar a enganar a si próprio e aos adeptos... O Porto precisa de mais qualidade... vamos ver contra uma equipa a sério, o Sevilha (contra o Benfica foi o que foi).




quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Pimba!

O Porto perdeu, mereceu perder e se não achasse que ia comprometer o resto da temporada, gostava que tivessem levado mais.

O Jesus conseguiu motivar os jogadores do Benfica, o Villas-Boas conseguiu transmitir à equipa uma sensação de superioridade total sobre o Benfica.

Porto entra sem 3 titulares, Otamendi, Falcao e defesa esquerdo (fucile, alvaro ou rafa).

Vou escrever em maiúsculas para ver se o Villas-Boas percebe.

O PROBLEMA DO PORTO ESTÁ NOS CENTRAIS E GUARDA-REDES.

Nunca nutri grande simpatia pelo Helton, mas não temos melhor.

Ora vamos lá ver os golos...

Primeiro, passe longo e mal feito de quem? Rolando. Bola recuperada por Coentrão, passe de Saviola e o defesa central e o guarda-redes não se entendem, quem são? Maicon e Helton.

Segundo, entrada de Coentrão, protecção do defesa central (Maicon) que não é eficaz, a defesa é trapalhona, sobra para Javi Garcia que do meio da rua, em jeito remata e faz golo. PERÚ do guarda-redes, quem? Helton.

Relativamente ao ataque, Hulk no meio, James e Varela nas alas. Não funciona contra boas defesas.

Meio-campo não existiu e a defesa esteve muito mal.

Não tenho muito mais a dizer, foi uma lição.




segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Tranquilo

O Benfica apurou-se para as meias-finais da Taça da Liga, depois de bater o Desportivo das Aves por 4-0. Foi um jogo sem grandes sobressaltos para a equipa do Benfica, que aproveitou para rodar os jogadores, já a pensar no encontro de quarta-feira contra o Porto.

O Benfica entrou bem no jogo e logo aos 2’ podia ter chegado à vantagem. Uma boa jogada de Kardec pelo lado direito, permitiu a Jara criar o primeiro lance de perigo.

Aos 7’ de jogo, Pedro Pereira coloca a bola dentro da baliza do Benfica, mas o lance foi invalidado por fora-de-jogo. A repetição mostra que o jogador estava em posição legal.

A partida foi sempre jogada num ritmo baixo, muito por culpa do Benfica que como melhor equipa que é, nunca quis acelerar muito o ritmo de jogo. Porém, aos 35’ um cruzamento muito largo do estreante Fernandez, para a cabeça de Javi Garcia, permitiu ao Benfica adiantar-se no marcador. O Benfica estava justamente na frente do marcador, mesmo sem estar a fazer uma grande partida.

A 2ª parte começou como tinha acabado a 1ª. Jogo com pouca velocidade e com poucos motivos de interesse. Aos 57’, Jorge Jesus substituiu Fernandez por Sálvio e o jogo mudou para melhor. O Benfica aumentou a intensidade e a velocidade e os lances de perigo apareciam com mais frequência. Aos 69’, numa boa arrancada de Sálvio pelo lado direito, o argentino cruza para área e com alguma felicidade a bola sobra para Jara que faz o 2-0, matando o jogo. A partir daí, foi um passeio para o Benfica ficando apenas a dúvida, quantos golos iria marcar. Aos 76’ e depois de já ter entrado em campo, o capitão do Benfica faz o 3-0. Nuno Gomes aproveita um passe de Felipe Menezes e sem dificuldade bate o GR do Aves. Até ao fim do jogo, destaque para mais um golo do Benfica, num grande remate de fora de área de Felipe Menezes, não dando hipóteses ao GR contrário.

Destaque muito positivo para a estreia de Jardel com a camisola do Benfica. O defesa central esteve muito bem, mostrando a Jorge Jesus que pode substituir muito bem David Luiz, caso este saia. Fernandez esteve bem mais discreto que o brasileiro, mostrando que precisa de trabalhar um pouco mais para poder jogar em partidas mais exigentes. Em alta esteve também Nuno Gomes, a mostrar que está bem vivo e que pode ser útil ao Benfica. Jara foi talvez o melhor homem em campo.

Nas meias-finais, tal como na Taça de Portugal, calhou ao Benfica a equipa mais complicada em prova. O jogo é na Luz contra o Sporting e como detentores do troféu, não nos resta outra hipótese que não seja a vitória.


Venha o Porto!


Num jogo de futebol muito intenso, o Benfica venceu o Rio Ave por 2-0 e apurou-se para a meia-final da Taça de Portugal.

O jogo começou com uma intensidade muito alta, com as duas equipas a mostrarem que queria estar na próxima fase da competição.

Aos 9’, o árbitro da partida assinala penalty na área do Benfica por suposto empurrão de Fábio Coentrão nas costas de João Tomás. Foi o primeiro de 4 penalties assinalados durante o jogo. As repetições mostram, no entanto, que João Tomás aproveita-se muito bem do defesa do Benfica e consegue enganar o árbitro. Na marcação do penalty, João Tomás permite a defesa de Júlio César. Este lance deu uma injecção de moral ao Benfica, conseguindo trocar mais a bola, embora não tendo o controlo total da partida. Aos 36’, novo penalty assinalado pelo árbitro, desta vez a favor do Benfica, por suposta mão de Ricardo Chaves. Novamente, parece mal assinalado. Não querendo ficar atrás do colega contrário, Cardozo bate mal a penalidade e permite a defesa de Mário Felgueiras. Tacuara bateu em jeito e sempre que muda o jeito de marcar, as coisas saem para o torto. Como não há duas sem três, aos 43’ o árbitro assinala novo penalty a favorecer o Benfica. Neste caso, o empurrão de Zé Gomes a Saviola é claro e o juiz de partida apitou bem. Desta vez, Cardozo bateu em força e não deu hipóteses ao GR contrário. Estava feito o primeiro golo em Vila do Conde e foi assim que se chegou ao intervalo. A 1ª parte foi muito intensa, com 3 penalties, um ritmo intenso mas sem grandes oportunidades de golo. Curiosamente, o Benfica teve mais penalties assinalados em 45’, que no resto do campeonato onde só tem um penalty em Aveiro.

A 2ª parte começa novamente com um ritmo intenso, mas com o Rio Ave a pressionar bem menos do que fizera na 1ª parte. O Benfica tinha o controlo do jogo e era a equipa que mais atacava. Aos 72’, é assinalada a 4ª penalidade do jogo e a 3ª a favorecer o Benfica. Dois Cardozo remata à baliza e a bola é cortada com o braço pelo defesa do Rio Ave. Penalty claro. David Luiz, como que em jeito de despedida é chamado para marcar a penalidade. Meio displicente, atira a bola muito por cima, não aproveitando uma grande oportunidade para matar o jogo. O 23 do Benfica também não merecia aquele desfecho do lance visto que estava a fazer uma grande exibição. O jogo estava mais próximo do 2-0 do que propriamente do 1-1 e no minuto a seguir ao falhanço de David Luiz, Saviola atira ao poste depois de uma grande jogada de Aimar (grande exibição). Aos 81’, Bruno Gama tem a grande oportunidade do Rio Ave durante a 2ª parte. Do lado direito da grande área, o médio vila-condense remata forte cruzado e permite mais uma boa defesa do GR benfiquista. O Benfica tinha mais bola, mas o Rio Ave mostrou naquele lance que podia empatar a qualquer momento e levar o jogo para prolongamento. Aos 87’, o Benfica matou o jogo. Cardozo, numa boa jogada de contra ataque, rematou à baliza, a bola bate em Tarantini e trai Mário Felgueiras. Estava feito o 2-0 e a partir daí o Rio Ave entregou o resto do jogo ao Benfica. Foi um bom jogo que se assistiu, típico de taça de Portugal, com oportunidades de golo e 4 penalties!

Nas meias-finais o Benfica vai defrontar o grande rival nesta temporada, procurando rectificar o humilhante resultado do jogo da Liga.



Sofrimento desnecessário


O Benfica venceu o Nacional da Madeira por 4-2 e manteve os 8 de pontos de distância para o Porto que tinha derrotado o Beira-Mar por 1-0, duas horas antes do jogo da Luz.

Foi um grande jogo que se assistiu no Estádio da Luz, com o Nacional a dar uma boa réplica na parte final do jogo, depois de estar a perder por 3-0.

A partida começou com o Nacional a trocar bem a bola. O Benfica ainda não tinha entrado no jogo e Roberto já fazia uma grande defesa a remate de Diego Barcellos, aos 4’. Não se pode dizer que tenha sido contra a corrente de jogo, mas sem prever, o Benfica chega ao golo por Gaitán. A jogada começa com uma arrancada de Sálvio pelo lado direito que é derrubado pelo defesa do Nacional, o árbitro nada assinala (?) e a bola sobra para Saviola que remata para uma defesa de Bracalli, mas na recarga, Gaitán faz o 1-0. O golo mudou o jogo, trazendo mais tranquilidade ao Benfica. O Benfica conseguiu trocar mais a bola e chegou ao 2-0 na sequência de um canto marcado por Aimar. O argentino cruzou e Sidnei respondeu com um forte cabeceamento, ficando no entanto a ideia que Bracalli poderia ter feito um pouco mais. Este golo acentuou a quebra dos madeirenses. O Benfica aproveitou essa quebra e por 3 vezes podia ter praticamente decidido o jogo com grandes oportunidades para fazer o 3-0.

A 2ª parte praticamente começou com o 3º golo do Benfica. Em novo pontapé de campo, Saviola vai buscar uma bola praticamente perdida e Luisão com um grande pormenor, desmarca Cardozo para este fazer o 3-0. O Benfica conseguia o golo da tranquilidade e toda a gente pensava que o resultado não iria ficar por aqui a favor do Benfica. Puro engano. Depois das substituições de Aimar e Cardozo por Carlos Martins e Jara, respectivamente, o Benfica deixou de pressionar e de conseguir trocar a bola decentemente. O Nacional nunca deixou de lutar e com isso chegou ao 3-1, aos 76’ por Luiz Alberto. O jogo estava mais aberto, mas a diferença de 2 golos ainda dava alguma tranquilidade ao Benfica. Logo a seguir chegou o momento do jogo. Uma grande desmarcação de Anselmo, provocou a defesa da noite a Roberto, quando toda a gente já pensava no 3-2. Este lance aos 80’, iria provocar mais intranquilidade ao Benfica, faltando ainda bastante tempo para o final. O 2º golo do Nacional acabaria por chegar, no entanto. Um grande cruzamento de Tomasevic pela esquerda, a bola é mal cabeceada por Anselmo, mas esta sobra para Mihelic que bate com facilidade Roberto. O Nacional chegou à desvantagem mínima com 5’ para jogar mais os descontos. O curioso, é que os madeirenses deixaram de jogar a partir do seu golo e o Benfica aproveitou para aumentar o resultado. Um grande trabalho de Saviola pela esquerda, que fintou o defesa contrário e de seguida cruzou para a cabeça de Jara, para este matar o jogo. Estava encontrado o vencedor. Até ao final da partida, nada a assinalar.

Quando as equipas já se deslocavam para os balneários, houve um desentendimento entre Luiz Alberto e Jara, alastrando-se para outros intervenientes. Nas imagens televisivas, vê-se Jorge Jesus a empurrar o jogador madeirense e a dar um suposto estalo (não dá para perceber muito bem) a Luiz Alberto. Foi um acto irreflectido do treinador do Benfica e que provavelmente irá custar alguns jogos na bancada. Vamos ver o que se vai passar.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ataque espectáculo!

O Porto ontem ganhou bem, muito bem ao Nacional.

Apesar de não apreciar muito o Hulk, devo dizer que qualquer um tem de ficar rendido às capacidades deste atleta. Força, técnica... se tiver cabeça... vai chegar longe. Como diz o Mano (seleccionador brasileiro), é um diamante por lapidar.

Quanto ao jogo, só deu Porto. O Nacional perdeu o pio e a garra.

O jogo começa praticamente com o Porto a marcar. Cruzamento de Belluschi e Hulk de cabeça marca o primeiro... é raro ver Hulk marcar de cabeça.

O jogo continua com a mesma toada, o porto a atacar muito e bem, preferencialmente pela alas, com Varela a dar muito trabalho aos defesas e ao Braccali.

minuto 33 e chega o segundo golo do jogo, na minha opinião, Moutinho faz falta sobre o defesa quando este salta para a bola vinda de um ressalto a meio campo, o árbitro considera que a falta é do defesa e dá lei da vantagem, a bola acaba por sobrar para o 8 do Porto que com classe lança a corrida do Touro... empurra a bola para a frente com a testa, ganha em corrida e remate com demasiada potência para o guarda-redes adversário.


1o minutos mais tarde, jogada muito bem construída desde a defesa, Hulk com um toque em habilidade desmarca James e (qual messi ou di maria) faz uma chapelada ao Bracalli.... minha nossa! Está a mostrar serviço, temos 4 bons jogadores para 3 posições quando o Falcao voltar

3-0

Na segunda parte o porto insiste no ataque, mas agora pausa mais o jogo, mostra que está uma equipa adulta e com o regresso de Fernando, até o centro da defesa está melhor. Por falar em centro da defesa, Maicon quase fazia golo à ponta-de-lança, mas a cabeça de Bracalli não deixa.

Apesar de sentir falta de Falcao, Hulk no meio está a jogar bem, marca e dá a marcar. Fixe.


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Zapatada à Patricio

Isto vai ser um dois em um, pois o tempo não tem sido muito... Vamos por partes!

Sporting 4 - 0 Penafiel

Após o "suposto" abandono do JEB, que não passou de uma operação de cosmética, como o tempo se encarregará de provar, o Sporting tinha um teste sério em Alvalade, perante o seu publico.
O jogo com o Penafiel era importante para não agudizar mais a crise diretiva e a Taça da Liga é única, repito única, prova que o Sporting ainda pode ganhar. A Taça UEFA tem corrido bem estes últimos anos, mas já este ano tivemos alguns calafrios bem gelados, passe o pleonasmo.

O jogo começa morno e à meia hora uma bola ao poste. Esta época já são vinte e tal... é obra! Mas pronto, faltava o poste e Grimi (ainda é jogador do Sporting?) tratou de faturar mais uma. Aos 43m a "ronha" de Liedson e a azelhice do guarda-redes deram origem ao 1º do Sporting. O mais difícil estava feito! Aos 67m o costume, mais uma pra conta e aos 70m penaltie bem assinalado depois de Valdes ter marcado golo. Com 2-0 o Penafiel nao tinha nada a perder e o Sporting por momentos perdeu a calma para "matar" o jogo. Grande defesa de Tiago, pois o 2-1 nesta altura, era meio caminho para lembrar os fantasmas de Guimarães.

Aos 82m Zapater (quem?) faz um golaço com uma "folha seca" que penteia mais uma vez a trave por via das duvidas, o costume lá está. Já em tempo de desconto Zapater à la ponta-de-lança faz um bom golo e bisa na partida e deixa o Sporting a um ponto da próxima fase da Taça da Liga.

Virando a agulheta para o Campeonato, à partida para este jogo a distancia para o 1º era de 19 pontos! Ou seja, era obrigatório ganhar e passar para 16! Ok, assim já está melhor, 16 já parece um número razoável... enfim. A deslocação aos Barreiros tinha tudo para ser um bom jogo, pois tratava-se do Marítimo, contra o melhor ataque a jogar fora até esta época.
Lá me pus a ver o jogo e tive de desligar o som do relato da Sporttv. Não vou perder muito tempo com estes ditos "jornalistas" em que o facciosismo já cheira mal. A solução é fácil e fica ao alcance de um simples MUTE bem aplicado. Sossego aos meus ouvidos e siga a marinha.

O jogo não estava bonito e faltava perfume. Acho que já é altura para Salomão ter o seu espaço na equipa, e em conjunto com Vuk e Liedson, tornar o ataque mais dinâmico, mas pronto, outras questões técnicas e táticas falarão mais alto certamente.

Em jeito de "zapatada", Zapater marcou o 1º golo de cabeça, sim o 1º golo de cabeça do Sporting na Liga. Talvez por isto seja preciso um pinheiro! À saída para o intervalo, a segunda parte tinha tudo para aquecer, pois o Marítimo iria tentar chegar ao golo, e o Sporting só tinha de se preocupar em defender bem e contra-atacar com eficácia, de preferência sem a colaboração dos postes.




Depois de mais uma excelente defesa de Rui Patrício a segurar a vantagem, surge o golo da noite aos 67m depois de uma recuperação a meio-campo e saída rápida para o ataque. O segundo de Zapater foi uma obra prima, não fosse ele um médio, pois aquilo é muita fruta para quem anda a deambular por outras bandas. Finta perfeita e grande golo! O Marítimo estava a apertar o cerco e o golo veio na hora certa. Note-se que antes tinha saído Vuk para entrar Torsiglieri, numa substituição no mínimo arriscada mas ao mesmo tempo de precaução. Era um recuo perigoso...

Uma palavra para Valdés que tem pegado de estaca na equipa do Sporting. Joga com classe e tem bons pormenores. Esperemos que continue a carregar o piano... A faltarem 15 minutos para o fim, em mais um contra-ataque, Valdés desmarca-se na direita e serve na perfeição Liedson que marca o seu 4º golo na Liga. O jogo parecia estar sentenciado, mas o Marítimo nao desistiu até aos fim e lutou sem sucesso.

Depois da "chicotada" na direção, o Sporting marca 7 golos e não sofre nenhum, sendo de destacar Zapater pelos 4 golos e Rui Patrício pelas excelentes defesas que tem segurado a baliza do Leão.

A finalizar uma palavra para Paulo Sérgio, trabalhe mais e fale menos, fica-lhe bem melhor.