segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
O Porto pode ganhar, mas os portistas não gostam.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Pimba!
Vou escrever em maiúsculas para ver se o Villas-Boas percebe.
Meio-campo não existiu e a defesa esteve muito mal.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Tranquilo
O Benfica entrou bem no jogo e logo aos 2’ podia ter chegado à vantagem. Uma boa jogada de Kardec pelo lado direito, permitiu a Jara criar o primeiro lance de perigo.
Aos 7’ de jogo, Pedro Pereira coloca a bola dentro da baliza do Benfica, mas o lance foi invalidado por fora-de-jogo. A repetição mostra que o jogador estava em posição legal.
A partida foi sempre jogada num ritmo baixo, muito por culpa do Benfica que como melhor equipa que é, nunca quis acelerar muito o ritmo de jogo. Porém, aos 35’ um cruzamento muito largo do estreante Fernandez, para a cabeça de Javi Garcia, permitiu ao Benfica adiantar-se no marcador. O Benfica estava justamente na frente do marcador, mesmo sem estar a fazer uma grande partida.
A 2ª parte começou como tinha acabado a 1ª. Jogo com pouca velocidade e com poucos motivos de interesse. Aos 57’, Jorge Jesus substituiu Fernandez por Sálvio e o jogo mudou para melhor. O Benfica aumentou a intensidade e a velocidade e os lances de perigo apareciam com mais frequência. Aos 69’, numa boa arrancada de Sálvio pelo lado direito, o argentino cruza para área e com alguma felicidade a bola sobra para Jara que faz o 2-0, matando o jogo. A partir daí, foi um passeio para o Benfica ficando apenas a dúvida, quantos golos iria marcar. Aos 76’ e depois de já ter entrado em campo, o capitão do Benfica faz o 3-0. Nuno Gomes aproveita um passe de Felipe Menezes e sem dificuldade bate o GR do Aves. Até ao fim do jogo, destaque para mais um golo do Benfica, num grande remate de fora de área de Felipe Menezes, não dando hipóteses ao GR contrário.
Destaque muito positivo para a estreia de Jardel com a camisola do Benfica. O defesa central esteve muito bem, mostrando a Jorge Jesus que pode substituir muito bem David Luiz, caso este saia. Fernandez esteve bem mais discreto que o brasileiro, mostrando que precisa de trabalhar um pouco mais para poder jogar em partidas mais exigentes. Em alta esteve também Nuno Gomes, a mostrar que está bem vivo e que pode ser útil ao Benfica. Jara foi talvez o melhor homem em campo.
Nas meias-finais, tal como na Taça de Portugal, calhou ao Benfica a equipa mais complicada em prova. O jogo é na Luz contra o Sporting e como detentores do troféu, não nos resta outra hipótese que não seja a vitória.
Venha o Porto!

Num jogo de futebol muito intenso, o Benfica venceu o Rio Ave por 2-0 e apurou-se para a meia-final da Taça de Portugal.
O jogo começou com uma intensidade muito alta, com as duas equipas a mostrarem que queria estar na próxima fase da competição.
Aos 9’, o árbitro da partida assinala penalty na área do Benfica por suposto empurrão de Fábio Coentrão nas costas de João Tomás. Foi o primeiro de 4 penalties assinalados durante o jogo. As repetições mostram, no entanto, que João Tomás aproveita-se muito bem do defesa do Benfica e consegue enganar o árbitro. Na marcação do penalty, João Tomás permite a defesa de Júlio César. Este lance deu uma injecção de moral ao Benfica, conseguindo trocar mais a bola, embora não tendo o controlo total da partida. Aos 36’, novo penalty assinalado pelo árbitro, desta vez a favor do Benfica, por suposta mão de Ricardo Chaves. Novamente, parece mal assinalado. Não querendo ficar atrás do colega contrário, Cardozo bate mal a penalidade e permite a defesa de Mário Felgueiras. Tacuara bateu em jeito e sempre que muda o jeito de marcar, as coisas saem para o torto. Como não há duas sem três, aos 43’ o árbitro assinala novo penalty a favorecer o Benfica. Neste caso, o empurrão de Zé Gomes a Saviola é claro e o juiz de partida apitou bem. Desta vez, Cardozo bateu em força e não deu hipóteses ao GR contrário. Estava feito o primeiro golo em Vila do Conde e foi assim que se chegou ao intervalo. A 1ª parte foi muito intensa, com 3 penalties, um ritmo intenso mas sem grandes oportunidades de golo. Curiosamente, o Benfica teve mais penalties assinalados em 45’, que no resto do campeonato onde só tem um penalty em Aveiro.
A 2ª parte começa novamente com um ritmo intenso, mas com o Rio Ave a pressionar bem menos do que fizera na 1ª parte. O Benfica tinha o controlo do jogo e era a equipa que mais atacava. Aos 72’, é assinalada a 4ª penalidade do jogo e a 3ª a favorecer o Benfica. Dois Cardozo remata à baliza e a bola é cortada com o braço pelo defesa do Rio Ave. Penalty claro. David Luiz, como que em jeito de despedida é chamado para marcar a penalidade. Meio displicente, atira a bola muito por cima, não aproveitando uma grande oportunidade para matar o jogo. O 23 do Benfica também não merecia aquele desfecho do lance visto que estava a fazer uma grande exibição. O jogo estava mais próximo do 2-0 do que propriamente do 1-1 e no minuto a seguir ao falhanço de David Luiz, Saviola atira ao poste depois de uma grande jogada de Aimar (grande exibição). Aos 81’, Bruno Gama tem a grande oportunidade do Rio Ave durante a 2ª parte. Do lado direito da grande área, o médio vila-condense remata forte cruzado e permite mais uma boa defesa do GR benfiquista. O Benfica tinha mais bola, mas o Rio Ave mostrou naquele lance que podia empatar a qualquer momento e levar o jogo para prolongamento. Aos 87’, o Benfica matou o jogo. Cardozo, numa boa jogada de contra ataque, rematou à baliza, a bola bate em Tarantini e trai Mário Felgueiras. Estava feito o 2-0 e a partir daí o Rio Ave entregou o resto do jogo ao Benfica. Foi um bom jogo que se assistiu, típico de taça de Portugal, com oportunidades de golo e 4 penalties!
Nas meias-finais o Benfica vai defrontar o grande rival nesta temporada, procurando rectificar o humilhante resultado do jogo da Liga.
Sofrimento desnecessário
O Benfica venceu o Nacional da Madeira por 4-2 e manteve os 8 de pontos de distância para o Porto que tinha derrotado o Beira-Mar por 1-0, duas horas antes do jogo da Luz.
Foi um grande jogo que se assistiu no Estádio da Luz, com o Nacional a dar uma boa réplica na parte final do jogo, depois de estar a perder por 3-0.
A partida começou com o Nacional a trocar bem a bola. O Benfica ainda não tinha entrado no jogo e Roberto já fazia uma grande defesa a remate de Diego Barcellos, aos 4’. Não se pode dizer que tenha sido contra a corrente de jogo, mas sem prever, o Benfica chega ao golo por Gaitán. A jogada começa com uma arrancada de Sálvio pelo lado direito que é derrubado pelo defesa do Nacional, o árbitro nada assinala (?) e a bola sobra para Saviola que remata para uma defesa de Bracalli, mas na recarga, Gaitán faz o 1-0. O golo mudou o jogo, trazendo mais tranquilidade ao Benfica. O Benfica conseguiu trocar mais a bola e chegou ao 2-0 na sequência de um canto marcado por Aimar. O argentino cruzou e Sidnei respondeu com um forte cabeceamento, ficando no entanto a ideia que Bracalli poderia ter feito um pouco mais. Este golo acentuou a quebra dos madeirenses. O Benfica aproveitou essa quebra e por 3 vezes podia ter praticamente decidido o jogo com grandes oportunidades para fazer o 3-0.
A 2ª parte praticamente começou com o 3º golo do Benfica. Em novo pontapé de campo, Saviola vai buscar uma bola praticamente perdida e Luisão com um grande pormenor, desmarca Cardozo para este fazer o 3-0. O Benfica conseguia o golo da tranquilidade e toda a gente pensava que o resultado não iria ficar por aqui a favor do Benfica. Puro engano. Depois das substituições de Aimar e Cardozo por Carlos Martins e Jara, respectivamente, o Benfica deixou de pressionar e de conseguir trocar a bola decentemente. O Nacional nunca deixou de lutar e com isso chegou ao 3-1, aos 76’ por Luiz Alberto. O jogo estava mais aberto, mas a diferença de 2 golos ainda dava alguma tranquilidade ao Benfica. Logo a seguir chegou o momento do jogo. Uma grande desmarcação de Anselmo, provocou a defesa da noite a Roberto, quando toda a gente já pensava no 3-2. Este lance aos 80’, iria provocar mais intranquilidade ao Benfica, faltando ainda bastante tempo para o final. O 2º golo do Nacional acabaria por chegar, no entanto. Um grande cruzamento de Tomasevic pela esquerda, a bola é mal cabeceada por Anselmo, mas esta sobra para Mihelic que bate com facilidade Roberto. O Nacional chegou à desvantagem mínima com 5’ para jogar mais os descontos. O curioso, é que os madeirenses deixaram de jogar a partir do seu golo e o Benfica aproveitou para aumentar o resultado. Um grande trabalho de Saviola pela esquerda, que fintou o defesa contrário e de seguida cruzou para a cabeça de Jara, para este matar o jogo. Estava encontrado o vencedor. Até ao final da partida, nada a assinalar.
Quando as equipas já se deslocavam para os balneários, houve um desentendimento entre Luiz Alberto e Jara, alastrando-se para outros intervenientes. Nas imagens televisivas, vê-se Jorge Jesus a empurrar o jogador madeirense e a dar um suposto estalo (não dá para perceber muito bem) a Luiz Alberto. Foi um acto irreflectido do treinador do Benfica e que provavelmente irá custar alguns jogos na bancada. Vamos ver o que se vai passar.